quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Califórnia elimina limites de marijuana para uso médico

A partir de agora, os californianos que usem medicinalmente a marijuana poderão cultivar ou comprar a quantidade que desejarem daquela planta. O Supremo Tribunal da Califórnia decidiu eliminar hoje todos os limites ao cultivo e compra de cannabis para uso medicinal dos doentes.

“Os indivíduos não estão sujeitos a nenhum limite específico e não necessitam da recomendação de nenhum médico para exceder qualquer limite. Pelo contrário, podem possuir tantas quantidades de marijuana médica quanto seja necessário para as suas necessidades médicas pessoais”, assegurou o presidente daquele tribunal, Ronald George.

A máxima instância judicial daquele Estado americano desautoriza assim o Senado e a Assembleia Legislativa californiana, que em 2003 aprovaram limites à posse de marijuana para uso medicinal.

Fonte: I Online
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New Jersey aprova marijuana para fins medicinais

New Jersey é, desde ontem, o 14º Estado norte-americano que aceita o recurso à marijuana para fins medicinais. Na lista dos que podem beneficiar do uso de marijuana para fins medicinais estão as pessoas com doenças terminais, como cancro, sida e esclerose múltipla.

A autorização serve para a compra de 57 gramas de marijuana por mês. A decisão tomada em New Jersey deverá transformar-se em lei ainda esta semana.

A proposta defendida pelo senador democrata Reed Gusciora baseava-se num forte mas polémico argumento: a marijuana pode ser usada para aliviar o sofrimento dos doentes terminais e não há evidência sobre um possível aumento do uso de outro tipo de drogas por causa de uma medida destas. “Não deveríamos transformar pessoas que estão muito doentes em criminosos”, sustentou. O senador convenceu o governador Jon Corzine, também democrata, que deverá assinar a proposta esta semana, transformando-a em lei.

As reservas e medos dos representantes republicanos conseguiram mudar alguns aspectos da lei que acabou por não incluir o artigo que permitia aos pacientes cultivar marijuana nas suas casas. Assim, a nova lei determina que os doentes candidatos devem receber uma identificação do Departamento de Saúde e, no caso de sofrer de determinadas doenças, como cancro, devem também demonstrar que sofrem de uma dor severa ou crônica, náusea, desmaios ou espasmos musculares.

A decisão foi festejada. “Estou no céu”, terá desabafado Nancy Fedder, de 62 anos, que admitiu recorrer a marijuana para atenuar as dores da esclerose múltipla que lhe ataca o corpo, “Já não sou uma criminosa no Estado de New Jersey”, concluiu.

Fonte: Público
Notícia Original

Esta música descreve a ressaca que John Lennon sentiu qundo deixou a heroína



Tradução

Temperatura está subindo
A febre é alta
Não posso ver o futuro
Não posso ver o céu
Meus pés estão tão pesados
Minha cabeça também
Eu desejo que eu fosse um bebé
Eu desejo que eu estivesse morto

Peru frio me fez correr

Meu corpo está doendo
Osso de ganso-espinha
Não posso ver ninguém
Me deixe só

Meus olhos estão bem abertos
Não consigo dormir
Uma coisa eu tenho certeza
É que estou na geada profunda

Peru frio me fez correr

Trinta-seis horas
Rolando na dor
Rezando para que alguém
Me libertasse novamente

Oh eu serei um bom menino
Por favor me faça bem
Eu lhe prometo qualquer coisa
Me tire desse inferno!

Peru frio me fez correr
Oh, oh, oh, oh


No vídeo abaixo a musica é a mesma, mas tocada ao vivo no concerto de 1972 em Nova York, que serviu para angariar fundos para ajudar crianças vitimas de abusos

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

domingo, 3 de janeiro de 2010

Transições entre sistemas económicos

por Rick Wolff [*]

A transição do feudalismo para o capitalismo na Europa, sobretudo a partir dos séculos XVII a XIX, assumiu múltiplas formas. Ela também foi desigual, acontecendo de diferentes modos a diferentes taxas em diferentes lugares. Marx estudou várias dimensões da transição porque elas muitas apresentavam lições válidas para a transição diferente em que estava interessado: a saída do capitalismo para o socialismo e o comunismo. Tal lição precisa agora ser reformulada. Os impulsos transicionais para além do capitalismo também assumirão formas múltiplas; já estão a assumir.

Em certos casos o feudalismo entrou em colapso quando os servos fugiam da exploração nas propriedades dos seus senhores para tornarem-se foras-da-lei na floresta (estilo Robin dos Bosques) ou moradores em cidades, artesãos por conta própria, mercadores ou assalariados (todas elas relações não feudais). Por vezes, quando senhores feudais afundavam em dívidas que não podiam pagar, as suas propriedades dissolviam-se. Outras vezes os custos e efeitos sociais da guerra entre senhores feudais destruíram-nas. Em outros casos os senhores libertaram os seus servos em troca de pagamentos (fees): os czares russos, eles próprios produto do feudalismo, aboliram-no por decreto do governo em 1863. Algumas vezes, como em França em 1789, impulsos transicionais existentes há muito dentro do feudalismo culminaram numa Revolução unificada da maior parte dos serviços e ex-servos. Nas transições atingidas pela revolução, diversos impulsos fundiram-se em movimentos que já não focavam este ou aquele senhor, mas contra todo o sistema feudal. As forças individuais dos impulsos que os constituíam e o movimento unificado que consumaram foram em conjunto capazes de abolir o feudalismo.

A transição do capitalismo para o socialismo ou comunismo provavelmente também assumirá múltiplas formas e apresentará múltiplas dimensões. Crises globais do capitalismo como sistema – tal como a actual – revelam os seus pontos mais fracos, tais como "programas de recuperação" financiados pelo estado que favorecem negócios enormes em detrimento de todos. O criticismo pode amadurecer rapidamente, indo de políticas e instituições específicas para o sistema económico capitalista.

Nos Estados Unidos, por exemplo, o sindicato United Steelworkers Union (USW) acordou em Outubro último colaborar com a organização Mondragon da Espanha promover e desenvolver cooperativas de trabalhadores como um meio de gerar empregos. A alta do desemprego provocada pela crise ao longo de 2009 sem dúvida ajudou a levar a USW àquela colaboração. Cooperativas de trabalhadores são muitas vezes organizadas de uma maneira não capitalista. Ou seja, os próprios trabalhadores apropriam-se e distribuem os excedentes (ou lucros) produzidos pelo seu trabalho. Eles tornam-se, colectivamente, o seu próprio conselho de administração. Nenhumas outras pessoas além daqueles trabalhadores actuam como administradores; a organização capitalista da produção portanto desaparece.

Numa outra iniciativa de transição para além do capitalismo, estudantes e funcionários de uma escola na Califórnia combatem a crise severa provocada pelos cortes na educação. A partir do ataque de tais políticas como respostas inadequadas a uma crise capitalista, o seu activismo evolui para o questionamento da desejabilidade de um sistema económico que tão regularmente mergulhas as sociedades em crises. A população dos EUA observa os salvamentos de capitalistas financiados pelo governo Bush e Obama, juntamente com os seus fracassos em ajudar os milhões que perderam empregos e casas; a observação evolui rumo a questões acerca de um sistema que funciona de tal maneira. O compromisso de Obama para mais milhares de milhões em guerras infindáveis desvia recursos da resolução de outros problemas, internos e externos. Movimentos e partidos políticos explicitamente anti-capitalistas emergem e crescem na Europa; eles tomam o poder em grande parte da América Latina.

Naturalmente, na transição europeia do feudalismo para o capitalismo, o que as pessoas pensavam que estavam a fazer e o que elas realmente fizeram não eram a mesma coisa. Os revolucionários franceses acreditavam sobretudo que estavam a instituir a "liberdade, igualdade e fraternidade! contra a tirania absolutista. A percepção de Marx e outros veio posteriormente e através deles entendemos que 1789 assinalou uma transição entre diferentes sistemas económicos (juntamente com a sua outras consequências sociais).

Hoje beneficiamos do facto de termos consciência das transições entre sistemas económicos. Podemos compreender como o capitalismo também, tal como o feudalismo, pode provocar uma transição para além de si próprio. Podemos perguntar se movimentos contemporâneos pela mudança social centrados na política (democracia, igualdade, liberdade, etc) podem estar a mascarar ou obscurecer impulsos para a transição do sistema económico capitalista para o socialista ou comunista. Podemos considerar se e como desenvolvimentos díspares que minam, questionam e desafiam o capitalismo ao longo das últimas décadas – e especialmente neste novo milénio – podem ser unificados num movimento social suficientemente forte para irromper numa transição.

Esta consciência de transições entre sistemas económicos retorna-nos àquele notável prenúncio de eventos futuros, o acordo USW-Mondragon. Ele representa uma tentativa rumo à coordenação, combinação e então unificação de dois movimentos sociais até recentemente desconectados. Por um lado, as lutas tradicionais do movimento laboral sobre a dimensão dos salários e benefícios, sobre aspectos do processo laboral, sobre os termos da exploração do trabalho pelo capital. Os sindicatos podem desafiar a quantidade de excedentes disponíveis para o capital apropriar e distribuir a fim de assegurar a sua reprodução. Por outro lado, a existência e história da Mondragon inclui organizações não capitalista de produção onde trabalhadores funcionam em ambos os lados da negociação salarial e não trabalhadores estão excluídos em princípio de ocupar uma posição de capitalista/patrão. Tal realidade desafia o capitalismo ao apresentar trabalhadores e consumidores uma organização alternativa de produção que tem tido êxito e crescido ao longo do último meio século.

Muitos limites e obstáculos erguem-se entre este primeiro acordo experimental de colaboração entre um sindicato, uma organização de produção não capitalista e uma transição para além do capitalismo. Muitas outras mudanças e movimentos sociais a avançarem serão necessários para reunir a massa crítica exigida para irromper numa transição genuína. Não há inevitabilidades aqui: nada garante que isto acontecerá.

Contudo, uma força a mover-se na direcção da transição está auto-consciente e tem sensibilidade quanto ao seu potencial em todos os tipos de mudanças actuais. O aprofundamento das contradições e crises do capitalismo traz a questão da transição entre sistema económicos às mentes das pessoas e cada vez mais às agendas pela mudança social. O acordo USW-Mondragon mostra que há impulsos significativos para unificar movimentos em torno de agendas que explicitamente incluam organizações não capitalistas de produção. Ele representa um sinal politicamente esperançoso para o Novo Ano.

[*] Professor de Economia na Universidade de Massachusetts – Amherst. Autor de muitos livros e artigos , incluíndo (c/ Stephen Resnick) Class Theory and History: Capitalism and Communism in the USSR (Routledge, 2002) e (c/ Stephen Resnick) New Departures in Marxian Theory (Routledge, 2006). O seu novo livro acerca da crise actual é Capitalism Hits the Fan

O original encontra-se em http://mrzine.monthlyreview.org/wolff010110.html


Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

População adulta consome mais, jovens experimentam menos

Cannabis, cocaína e ecstasy continuam a ser as substâncias ilícitas preferidas dos portugueses. O aumento moderado do consumo na população em geral é temperado com uma diminuição entre crianças e jovens, indica o relatório A Situação do País em Matéria de Drogas e Toxicodependência 2008, ontem apresentado na Assembleia da República. Nunca o país teve tanta gente em tratamento, mas também não registava há muito tantos óbitos relacionados com drogas.

O estudo comparativo da população recua a 2001, ano em que Portugal descriminalizou o uso de psicoactivos. Entre 2001 e 2007, subiu a prevalência de consumo ao longo da vida de quem tem 15 e 64 anos: passou de oito para 12 a percentagem de quem já consumiu pelo menos uma vez. No mesmo período, porém, o país sofreu uma "descida generalizada das taxas de continuidade de consumos": de 44 para 31 por cento (excepto no que concerne às anfetaminas e à heroína).

O presidente do Instituto da Droga e da Toxicodependência (IDT), João Goulão, associa o aumento a dois aspectos: "Os consumidores estão a envelhecer e ainda há alguma experimentação entre os mais velhos." E enfatiza o facto de "a subida não ocorrer no grupo 15-19 anos".

Sopram sinais de mudança entre adolescentes. No seu seio, "o consumo de drogas, que vinha aumentando desde os anos 90, diminuiu pela primeira vez em 2006", atesta o relatório. Um estudo feito em 2007 revela que 13 por cento dos alunos de 16 anos usaram cannabis pelo menos uma vez na vida (um a dois por cento, outras substâncias ilícitas). Estabelecendo um paralelismo entre 2003 e 2007, nota-se uma descida em qualquer droga: 18 para 14.

Esta tendência de descida foi constatada em todas as idades. Assim o anuncia outro estudo feito entre alunos dos 13 aos 18 anos. Ao mesmo tempo, "aumentou a percepção do risco do consumo regular das várias drogas, o que indica uma maior informação dos estudantes". Goulão encontra aqui "um sinal de que as estratégias de prevenção estão a dar os seus resultados".

O relatório cita ainda uma investigação que aponta para uma redução das prevalências de consumo de qualquer droga dentro das cadeias: de 47 para 36 por cento, comparando 2001 com 2007. E, neste universo, destaca a redução das taxas de consumo pela vida endovenosa.

As más notícias surgem quando se analisa as mortes. Em 2008, registaram-se 16 mortes causadas por dependência de drogas, de acordo com o critério da Lista Europeia Suscita, (que contabiliza apenas as overdoses). O número ascende a 20 se usarmos o protocolo do Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência (o que inclui óbitos causados por "psicoses ligadas ao consumo de droga, toxicodependência, consumo de droga não dependente, intoxicação acidental, suicídio e intoxicação auto-infligida, intoxicação com intenção indeterminada).

O presidente do IDT admite que "é preciso estudar melhor este assunto". Arrisca, ainda assim, algumas explicações. Por um lado, "uma população mais velha, mais vulnerável, com patologias associadas e, como tal, mais susceptível de ter acidentes com o uso de drogas". Por outro, as práticas de policonsumo, quando "as drogas podem ter efeitos antagónicos, criar agressões no sistema cardiovascular". Por fim, Goulão acha que é preciso ter em conta "as recaídas após tratamento ou após saída da prisão".

O documento contrapõe estas mortes a outras: mantém-se a tendência decrescente de notificações de VIH/sida associadas à toxicodependência. Há, de resto, cada vez mais toxicodependentes em tratamento: no ano passado, havia 38.532 integrados em ambulatório na rede pública, 7010 dos quais novos utentes. E isto leva Goulão a acreditar que, através das equipas de rua, o país está a chegar a quem estava arredado dos serviços.

Fonte: Público
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'Cannabis' prolonga vida das células estaminais

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Cientistas garantem que o princípio activo estimula as células e promove a sua sobrevivência.

Substâncias que usam o princípio activo da cannabis podem ajudar os cientistas a aumentar o "prazo de validade" das células estaminais embrionárias. Aquelas moléculas diminuem até 45% a morte destas células em laboratório.
As células estaminais embrionárias são especialmente versáteis, pois podem dar origem a qualquer tipo de célula adulta. Por isso, são uma das grandes esperanças dos cientistas para o tratamento de muitas doenças.
No entanto, apenas 1% a 20% das células estaminais transplantadas sobrevivem no corpo, o que reduz a sua eficácia, explica Stevens Rehen, um dos autores do estudo, na revista científica Cell Biology International. Estimulando os receptores sensíveis à cannabis promove a sobrevivência de todas as células estaminais embrionárias, descobriu a equipa brasileira.

Fonte: Diário de Notícias
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Álcool também é droga com efeitos "altamente perniciosos"

O presidente do Instituto da Droga e Toxicodependência (IDT) defendeu na segunda-feira que o álcool é também uma droga, cujo consumo intensivo tem efeitos "altamente perniciosos", havendo jovens com menos de 30 anos a quem foi detectada cirrose hepática.

João Goulão falava aos jornalistas no final da sua audição na Comissão Parlamentar de Saúde, onde apresentou o Relatório Anual sobre a Situação do País em Matéria de Drogas e Toxicodependências, que regista também, entre outros aspectos, um aumento das mortes por consumo de drogas em Portugal em 2008.

O relatório confirmou, igualmente, a tendência de Portugal funcionar como zona de trânsito do narcotráfico internacional, particularmente no caso da cocaína.

Quanto ao álcool, cujo consumo pelas camadas mais jovens é motivo de preocupação, o presidente do IDT alertou que se trata de uma das drogas "mais nocivas que circula entre nós", quando os padrões de consumo são intensivos, sendo hoje encontradas situações de cirrose hepática em jovens com menos de 30 anos, quando antigamente era uma doença das pessoas com mais de 50 anos.

João Goulão assume que o IDT está pronto a assumir o combate contra o problema do álcool e que já avançou com propostas concretas nesse sentido. Defendeu intervenções que levem à redução da oferta e da procura, sendo a primeira possível através do aumento da idade mínima a partir da qual é admissível a aquisição de álcool.

Tratamentos e outras medidas preventivas teriam um efeito na redução da procura, em articulação com outros serviços do Estado, indicou.

Questionado sobre o programa de troca de seringas nas prisões, João Goulão referiu que, apesar dessas trocas não se terem verificado nas experiências-piloto, houve reclusos que quiseram fazer tratamento à toxicodependência e que aquele programa pode ser reformulado.

Em sua opinião, a "grande pecha" foi a de não garantir de "uma forma blindada a confidencialidade", pelo que se percebe que os reclusos "não confiaram no sistema" para se assumirem como toxicodependentes, com medo que isso prejudicasse as saídas precárias.

O relatório hoje apresentando por João Goulão indica a cannabis como a substância ilícita com as mais elevadas taxas de prevalência de consumo em Portugal, seguida da cocaína e do ecstasy.

Quanto à heroína, "apesar de o consumo nos últimos anos ter vindo a perder visibilidade", continua a ser "a principal droga envolvida nos consumos problemáticos e a ter um consumo relevante entre a população reclusa nacional".

Em 2008, aumentou também o número de pessoas que recorreram às estruturas de tratamento" da toxicodependência, provavelmente "devido a uma maior e melhor articulação com as respostas no terreno", menciona uma síntese do relatório.

"A heroína continua a ser a substância mais referida como droga principal dos utentes em tratamento", apesar de "nos últimos anos" haver também "uma maior visibilidade" da cocaína, cannabis e álcool.

Em 2008 registaram-se 16 mortes causadas por dependência de drogas (de acordo com o critério da Lista Sucinta Europeia) e 20 casos de mortes relacionadas com o consumo de drogas (de acordo com o critério do Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência).

Segundo o relatório, apesar de os números continuarem baixos, verifica-se desde 2006 um aumento do número destas mortes, contrariamente à tendência de decréscimo constatada nos anos anteriores.

Fonte: Diário de Notícias
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